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Dana: Amanda foi liberada por médicos, mas ‘disse que não se sentia bem e não queria lutar’

Amanda Nunes recebeu aval médico para lutar neste sábado, na luta principal do UFC 213, contra Valentina Schevchenko, mas disse “que não se sentia bem” mesmo assim. A versão foi dada por Dana White, chefão da organização, em entrevista à ESPN.

“Ontem (sexta-feira), ela começou a não se sentir bem, então a levamos ao hospital. Fizeram uma avaliação completa, e ela estava clinicamente liberada para lutar. Ela subiu na balança na pesagem e fez a encarada com Shevchenko, então foi para casa na última noite”, iniciou.

“Esta manhã, ela ligou de novou e disse que não se sentia bem. Então a levamos de volta (para o hospital) e (os médicos) começaram a fazer testes nela, e ela disse que não queria lutar… Não se sentia bem e não queria lutar. Ela estava clinicamente liberada para lutar, foi avaliada e tudo estava bem, mas ela disse que não se sentia bem”, completou o dirigente.

A informação de que a brasileira, campeã do peso galo feminino do UFC, estava hospitalizada e não lutaria fez com que o evento deste sábado perdesse seu evento principal.

A polonesa Joanna Jedrzejczyk, campeã dos palhas da organização, até chegou a se oferecer para substituir Amanda, mas Dana explicou que não havia chance de isso acontecer.

“Eu queria ser o cara que pudesse fazer isso acontecer. Não dá… Impossível colocar algo assim horas antes da luta”, encerrou.

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